A delicadeza da inclusão social frente à estigmatização: experimentações intermediadas pela arte

Andréa Damiana da Silva Elias, Flávio Alves de Oliveira, Cláudia Mara de Melo Tavares, Marcela Pimenta Muniz

Resumo


Este trabalho trata de uma reflexão que tem como objetivo apresentar a potência da cultura e da arte como dispositivos interventivos para a inclusão social. Teoricamente partimos da exclusão atravessados pelo estereótipo da loucura e da diferença, com o estigma de Goffman (2008), valorizamos o potencial criativo do homem com Ostrower (2014), mergulhamos na criticidade do teatro por meio de Boal (1996), e unimos artista e obra com o Parangolé de Oiticica (2010). Tendo como premissa experimentações inspiradas na Sociopoética de Gauthier (2012), perpassamos a busca pela percepção da singularidade daqueles que vivenciam o sofrimento psíquico e, sensibilizados pela arte, discutimos a funcionalidade das intervenções artísticas na derrubada dos muros interiores, que ainda na atualidade, tendem a ser impeditivos da inclusão social.

Palavras-chave


Arte; Experimentação; Estigma; Inclusão Social.

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Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, ISSN 2595-2420, Florianópolis - Santa Catarina, Brasil. Todos os direitos reservados, 2018.