Atuação da Psicologia frente a entrada de crianças no ambiente de Terapia Intensiva

Ana Luisa Remor da Silva, Larissa Cabral Crespi, Letícia Gabarra, Maria Emilia Pereira Nunes, Mônica Girardi Cerutti

Resumo


Cada vez mais a psicologia tem buscado aprimoramento técnico e teórico para maior contribuição na área da saúde. Com esses avanços a psicologia passa a integrar as equipes multiprofissionais dos hospitais gerais, atuando em diversas unidades como as de Terapia Intensiva (UTI). Um dos temas de discussão no cotidiano da UTI é a proibição da entrada de crianças menores de 12 anos devido a preocupação com os danos psicológicos deixados por essa experiência. Com o objetivo de problematizar e sistematizar a intervenção do psicólogo nessa temática será exposto nesse trabalho a experiência cotidiana de psicólogos com a presença de crianças no ambiente de UTI para visitar familiares internados. Busca-se intervir com a mesma e sua família antes e após a entrada dela na UTI para que sejam observados as angústias, medos, fantasias expressados por ela. Acredita-se que a presença da criança nesse contexto colaborará para diminuição do medo relacionado a morte do parente e para uma melhor conceituação futura sobre hospitalização e processo de morte.

Palavras-chave


UTI; Criança; Psicologia.

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Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, ISSN 2595-2420, Florianópolis - Santa Catarina, Brasil. Todos os direitos reservados, 2018.